Aposto que vocês ficaram curiosos para saber como (e se) os campuseiros tomaram banho. Esperei até a última noite para contar pois acreditava que o estado do banheiro estaria lastimável. Estava.
A estrutura era a seguinte: 12 chuveiros em cada banheiro. Ou seja, um chuveiro para cada 100 campuseiro homem e um para cada 20 campuseira do sexo feminino. Muita vantagem para as moças, nesse caso.
Para chegar lá, é preciso descer três lances de escada por fora do prédio. Ela foi construída com grades e degraus de madeira e você enxerga o chão dois andares abaixo. Deu vertigem.
Quando entrei no chuveiro, havia algo melecado pelo chão: causado pelos campuseiros que saem do box com o pé molhado. Não me arriscaria a entrar lá sem chinelo.
Mas o César, prestes à entrar no banho, disse "encarar de boa" e afirmou a vontade "de fazer tudo de novo na Campus Party 2009".
Se ele diz, eu acredito. Mas acho que uma das coisas a serem repensadas para a próxima edição é a infra-estrutura para banho. Principalmente a proporção de banheiros entre homens/mulheres.
Voltava para a sala de imprensa, deparo com a segunda imagem do post. Não precisa continuar descrevendo (e escrevendo). É hora de se despedir da Campus Party e ir para casa.
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Canal Motoboy invade a Campus Party
Canal Motoboy invade a Campus Party
No final da tarde aconteceu uma invasão aqui no Ibirapuera. A aparição-surpresa ficou por conta de alguns integrantes do Canal Motoboy.
São 12 motoboys que criaram um canal com as produções audiovisuais feitas por eles para contar suas experiências e o cotidiano da profissão. Acho incrível a produção ser criada de forma autônoma, longe do controle da mídia.
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Notebook sem teclado e mouse na Campus Party
Notebook sem teclado e mouse na Campus Party
Lembra do filme Minority Report? Que tal se você pudesse usar qualquer dispostivo computacional sem teclado ou mouse e operá-lo "só com os dedos"?
No começo da noite, um aparelho nessa linha foi apresentado aqui na Campus Party: Dois rapazes gaúchos - Felipe Farinon e Jean Karpinsky - operam um notebook usando um controle de Nintendo Wii e LEDs acoplados nos dedos.
"Usamos o Wii como sensor infra-vermelho e o controle é conectado ao notebook via Bluetooth.", diz Farinon. Os LEDs mandam sinais infra-vermelhos para o Wii e assim acessamos a tela do notebook", completa.
Para calcular a distância - e ter a sensitividade - foram usadas fórmulas de geometria analítica para obter as coordenadas horizontais e verticais da posição dos LEDs.
O sistema foi programado em linguagem C++ por Farinon e a parte eletrônica foi implementada por Karpinsky. "Eu prefiro programar e não sou tão bom em eletrônica", admite Farinon.
O sistema ficou pronto em apenas quatro dias - ou seja, foi criada durante a Campus Party. Os criadores imaginam que a invenção esteja plenamente implementada em um mês e já vislumbram aplicações:
"Imagine operar PDA, notebooks e ter jogos com mais interatividade", analisa ele. Farinon acredita que no futuro todos os notebooks terão controles por infra-vermelho.
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Comemoração pelo recorde de overclocking
Comemoração pelo recorde de overclocking
Não foi com champagne. A comemoração geek pela quebra do recorde de overclocking no Nuclearus foi feita com nitrogênio. Os integrantes da equipe brasileira sairam do Pavilhão e foram comemorar na porta do prédio da Bienal.
O efeito de fumaça não é causado por combustão do nitrogênio. O líquido estava a -70 graus e ao ter contato com a temperatura ambiente, se vaporizou de modo instantâneo. Isso faz o pessoal da área de modding brincar e dizer que é "queimar" a substância que ajudou na quebra do recorde de processamento.
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Computador na CP homenageia Niemeyer
Computador na CP homenageia Niemeyer
Lembra da surpresa sobre o modding de computadores? Promessa cumprida. Finalmente ficou pronto o modding mais grandioso (literalmente) da Campus Party.
É uma representação do Congreso Nacional com quatro metros de largura e dois metros de altura. O autor da obra atende por Lair Moreira. Ele levou seis dias para implementar a máquina na CP pois aconteceram vários percalços na montagem
"Como estamos comemorando 100 anos do Niemeyer resolvi fazer a homenagem. Trabalho com casemodding há cinco anos", resumiu. O custo do projeto foi elevado: "Dependendo do modding, o custo chega a R$ 7.000,00".
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Davi x Golias no sumô de robôs
Quando cheguei na arena, achei que o pequeno robô preto seria fustigado pelo adversário. Ledo engano. Com mais torque e velocidade, ele empurrou seu adversário para fora do círculo. Assista:
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PlayStation com programação customizada
PlayStation com programação customizada
Hoje o modding estava mesmo em alta. Na mesma bancada dos celulares tunados, descobri um PSP com modificações de software.
O caminho para a personalização do aparelho começa com a habilitação do chamado "modo de manutenção". Esse modo do software de operação do PSP era usado somente pela Sony, mas foi "crackeado" e assim surgiram as modificações para PSP.
Quem me explicou tudo isso foi Leandro Machado, que administra um site sobre o assunto. "É necessário desinstalar todo o software original e colocar esse programa: além das telas e ícones, ele modifica também a duração da bateria", diz Machado.
É bastante parecido com o modding de celular. Dica do Leandro: "Para saber mais e baixar o programa, visite o site do Dark Alex, um dos especialistas no tema".
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Tunando o celular
Tunando o celular
Além do tuning de computador, hoje a Campus Party assistiu uma oficina sobre modding para celular. Thiago Bardelli falou um pouco sobre a história e sobre as possibilidades de modificação no celular.
"No Brasil é algo recente: teve início a menos de dois anos atrás, mas na Rússia e no continente asiático (principalmente no Japão), é algo muito comum", contou Bardelli.
A história de Bardelli com modding para celular começou de modo inusitado: "Eu trabalhava num laboratório de fotos e muita gente trazia as fotos no aparelho. Comecei a incrementar os celulares de tanto conviver com eles".
Não são apenas mudanças estéticas. A parte funcional também é modificada. "As principais mudanças fazem aumentar a autonomia da bateria do celular", diz.
Isso é conseguido com alterações no software do celular e ao desabilitar funções não utilizadas naquele momento. "Não é algo caro, envolve apenas tempo e conhecimento. Há gasto apenas ao se modificar o display adicionando LEDs e fazendo pinturas", explicou.
PS - na foto, um aparelho com teclado e display modificados.
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A guerra na Campus Party
A guerra na Campus Party
Quem também marcou presença na Campus Party foram as Forças Armadas. No piso inferior, um estande abriga as novidades tecnológicas para uso militar.
Fui recebido pelo major Charles Siqueira (ele adorou a coincidência dos nomes) e me contou um pouco das aplicações militares da tecnologia. A mais interessante delas, um simulador de helicópteros.
"A interface consiste no jogo Flight Simulator adaptado para as necessidades de treinamento das três forças armadas.", diz Siqueira. Não houve custo algum para o Ministério da Defesa.
"O desenvolvimento do simulador ocorreu por iniciativa dos mecânicos e pilotos, aficcionados pelo tema", conta. O hardware é produzido com peças não utilizadas de helicópteros de combate".
Para desenvolver a ferramenta para treinar os pilotos, essa equipe trabalha desde 2001 em Taubaté. E os pilotos usam o "brinquedo" desde 2005. "As vantagens são muitas", explica o major.
"É uma tecnologia de ponta, não gastou verba para ser desenvolvida, não expõe os pilotos a riscos, não desgasta os helicópteros e ajuda o meio ambiente".
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Diversão off-line na Campus Party
Diversão off-line na Campus Party
Cansou de ficar na frente do PC. O estande da Secretária Municipal de Esportes oferece várias diversões não-conectadas para quem deseja espairecer do computador.
Uma das atrações é a mesa de futebol de botão. Um jogo entre Corinthians e São Paulo acontecia naquele momento e eu entrevistei quem estava jogando com os "craques" tricolores.
Roberto Cristal, 42, é usuário de computadores desde 1984 e não vê problemas em jogar botão numa festa de tecnologia. Ele veio apenas para a Campus Party no fim de semana e explica por que ficou no piso inferior:
"Adoro PCs, mas o jogo de futebol de botão faz lembrar minha infância. Eu sou de uma geração que nasceu off-line", disse Cristal.
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(sem) Fôlego final
(sem) Fôlego final
Dá uma olhada nesse pessoal, simplesmente esparramado no estande da Telefonica. É uma mostra do nível de cansaço da maioria das pessoas após seis dias de Campus Party.
Sem pudor algum, os campuseiros estão se esparramando pela Bienal e buscando forças para encarar o último dia de feira. Ainda acontecerão 50 atividades - a maioria delas são premiações - mas já há um esvaziamento das bancadas e palestras.
Nada mais natural, depois de 150 horas de atividades e 360 palestras e oficinas. A atração do dia são as finais de robótica (tudo será devidamente filmado) e o maior volume de pessoas está no primeiro piso, aberto à visitação.
Está chegando a hora de ir embora e um clima de ressaca toma conta da Campus Party.
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Comida 24 horas
Comida 24 horas
Parece que a organização do evento teve piedade dos campuseiros e arrumou um modo de manter a alimentação dos participantes 24 horas por dia.
Essa foto mostra uma bomboniere por volta das duas da manhã na madrugada passada. É fato que um sanduíche natural mais uma lata de refrigerante custam a bagatela de R$ 10,00, mas é melhor do que morrer de fome.
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Agenda do último dia de Campus Party
Agenda do último dia de Campus Party
Amanhã é sabado e muita gente deve vir à Campus Party. Explico: há uma área de visitação livre, então os não-credenciados impossibiltados de vir ao Ibirapuera até sexta deverão dar uma olhadinha na festa geek.
Robô-cachorro e de Lego, a visita surpresa do diretor do Anima Mundi, Counter Strike, a blogueira que vendeu o corpo foram algumas das atrações do dia. Foi um dia mais calmo e mais pitoresco: até o Sérgio Amadeu, um dos diretores do evento curtiu uma de repórter.
Quando o dia já tava acabando, uma aglomeração e uma gritaria feroz sacudiram a Campus Party. O recorde mundial de overclocking com cálculos matemáticos havia sido quebrado pela equipe brasileira. Até o Tema da Vitória (lembrando Ayrton Senna) foi tocado.
Mas ainda tem Campus Party amanhã e trarei algumas coisas para vocês. Confira:
Modding em celular - tunando seu fone
Finais das competições de robôs - tudo em filme
Usando Wii no PC
Incremente seu blog
O que mais te agradou hoje - e na semana toda? Comente, sugira, critique. Até amanhã!
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Público faz gritaria com o recorde
Público faz gritaria com o recorde
Foi divertido de observar as reações da platéia conforme o clock do processador era aumentado. A gritaria do pessoal chamou a atenção dos presentes no segundo piso da Bienal e fez os jornalistas sairem correndo da sala de imprensa para acompanhar.
Todos os campuseiros da área de casemodding foram para lá e ficavam incentivando com gritos de "Vai! Vai! Vai!". Gritos que encontravam correspondência no rapaz que operava a BIOS do computador e fez o PC chegar a praticamente 5 GHz. A foto dimensiona a aglomeração em frente ao telão:
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Quebra de recorde mundial de overclocking na Campus Party
Quebra de recorde mundial de overclocking na Campus Party
A equipe brasileira de overclocking acaba de quebrar o recorde mundial de overclocking aqui no Ibirapuera. O recorde foi conseguido em termos de estabilidade dos núcleos, com a medição usando o índice Nuclearus. O processador tinha originalmente 3 GHz e atingiu 4,81 GHz.
O índice utiliza como parâmetro a capacidade do processador em fazer cálculos matemáticos e fornece uma pontuação. O recorde anterior era 24.555 pontos e a equipe brasileira atingiu 26.114 pontos, um aumento de 6% no índice.
"A marca deve manter o Brasil no topo do ranking por bom tempo", explica Carlos Alexandre, chefe da equipe brasileira de overclocking.
Na foto, o processador quad-core usado para bater o recorde. A fumacinha branca é do nitrogênio líquido usado para resfriar o processador até 70 graus negativos!
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15/02/2008
Soft para celular simula RPG na vida real
Soft para celular simula RPG na vida real
Games em celulares e handhelds são a moda do momento. Pensando nisso, Rachel Jacobs desenvolveu o Ere be Dragons/Heartland, um RPG que você joga na vida real controlado pelo celular. Em um mapa virtual o usuário pode ver sua localização e dos demais jogadores por meio de GPS.
Com um monitor dos batimentos cardíacos, os cenários e a música alteram-se de acordo com as batidas. Quanto mais saudável é o jogador e menos batimentos têm, mais pontos ele acumula. A criadora pensou também no estílulo à prática de jogos, para tirar as crianças e adultos da frente do computador.
Confira o vídeo de demonstração da tecnologia, que esteve no Campus Móvel:
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Montando robôs com lego
Montando robôs com lego
A oficina de programação com LEGO foi uma das mais concorridas na tarde de hoje, (15) na Campus Party. Por que tanta atenção? "É fácil de montar, implementar e o melhor, não quebra", diz Thiago Santana, aluno de Mecatrônica na Unicamp e campuseiro.
"É um modo fácil, prático e flexível de criar robôs e com isso a gente pode focar apenas na programação", complementa ele.
Essa é uma coisa bastante importante no que se refere à robótica: nem todo mundo consegue ser bom nas duas áreas principais: mecânica e programação.
O robô "pegador de bolinhas" e o de sumô são mais voltados para a mecânica. Robôs-aibo, Lego e outros têm mais ênfase na programação.
Explicação feita, volto ao conteúdo da oficina: "A LEGO mostrou as peças e o kit e a gente montou um robô rapidinho", diz Santana. Para quem se interessou pelo assunto, pode visitar o site da empresa e saber mais sobre o kit. O preço é de R$ 1.900,00.
Outra coisa bacana foi descobrir que a LEGO promove competições mundiais a cada três meses. O formato segue o padrão das competições de robótica: é definida uma tarefa e quem resolver melhor e mais rápido ganha.
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Fazendo animações facilmente com o GIMP
Fazendo animações facilmente com o GIMP
Usar GIFs e fazer animações com essas imagens foi o tema da palestra de Maurício Kanno, no espaço Criatividade aqui na Campus Party. "O programa usado é um software para Linux chamado GIMP", conta ele.
"Dá para usar em Windows também, mas precisa instalar um "plug-in" chmado GPK", explicou Kanno.
O processo de confecção das animações é mais simples do que se imagina. "Basicamente, é trabalhar com camadas (ou frames) e adotar intervalos de tempos entre as exibições das camadas", resume Kanno.
É possível também trabalhar as animações com desenhos ou pinturas em pincel, usando os recursos do GIMP. Mas há um problema, lamenta Kanno: "O usuário pode acabar se atrapalhando com tantas janelinhas pipocando na tela".
Um problema menor, diante de uma atividade tão criativa e divertida. Kanno cedeu uma dessas animações para ilustrar esse post. Valeu Maurício!
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Counter Strike pega fogo na Campus Party
Counter Strike pega fogo na Campus Party
"A repercussão da proibição só ajudou a aumentar o interesse pelo jogo". Essa é a opinião de Maurycio Giovanni, 29, campuseiro de Mato Grosso do Sul.
É dele este vídeo com vários campuseiros varando a madrugada jogando Counter Strike. Confira a hora no relógio no início do vídeo: eram 4:10 da matina. É muito fôlego para jogar assim durante cinco dias.
Aproveito o post para perguntar: qual a posição de vocês sobre a proibição ao jogo no País?
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"Vendi o corpo para vir à Campus Party"
"Vendi o corpo para vir à Campus Party"
Não é nada disso que você está pensando: a moça da foto não se prostituiu para vir à Campus Party em São Paulo. Ela vendeu anúncios e pregou a publicidade na roupa e circula assim desde a segunda-feira aqui pela Bienal.
"Tudo começou por que um amigo blogueiro disse que pagaria R$ 100,00 se eu estampasse o nome do blog dele no corpo." A idéia vingou e foi amaplamente divulgada pela blogosfera. "Até sexta-feira passada tinha gente querendo anunciar", contou a blogueira.
Conversando com ela, tentei estimar o quanto ela arrecadou: ela é brasileira, mas veio do Uruguai para São Paulo e pagou inscrição para a CP e somei as despesas do dia-a-dia. Conta feita, chegamos na casa dos R$ 1.000,00. "Deu para pagar as despesas e ainda vai sobrar uns trocadinhos", confessa a gaúcha.
Obviamente, não podia faltar a perguntinha básica: "Foi bom para você vender o corpo?" Ela não segurou a risada e admitiu: "Adorei fazer isso, a experiência foi ótima. Vou fazer de novo". Tá aí outra modalidade inuagurada pela CP Brasil: compre o corpo de uma blogueira.
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Instinto materno pelo robô
Instinto materno pelo robô
Achou a foto do lado singela? É um dos robôs do Colégio Eniac aqui na Campus Party (veja o vídeo). Fiquei intrigado com essa moça segurando o robô com tanto carinho e resolvi entrevistá-la.
Mayra Lessa é a responsável pela divulgação e propaganda da equipe de robótica do Eniac. "Sou a marketeira do grupo", conta ela de modo sorridente.
Apaixonada por eletrônica, a moça tem 16 anos e resolveu ajudar na divulgação do trabalho de robótica da escola. "Como na competição da CP não mexemos na parte eletrônica - tudo vem pronto - decidi propagandear o trabalho da equipe de mecatrônica".
Ficou com inveja do robô por tanto carinho recebido? Eu também.
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Video de professores do RJ usando software livre
Video de professores do RJ usando software livre
Com o uso de software livre, mais de mil professores estaduais do RJ foram capacitados a usar vídeos de animação como ferramenta pedagógica", conta Mário Magalhães, diretor do Anima Mundi.
O projeto, implementado em quatro cidades fluminenses pode ser expandido para todo o Brasil. "Mas faltam verba, recursos e incentivo, seja estatal ou privado para alavancar o projeto", lamenta ele. Confira o vídeo:
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Sérgio Amadeu vira dublê de jornalista
Sérgio Amadeu vira dublê de jornalista
Enquanto os jornalistas entrevistavam o Marcos Magalhães, da Anima Mundi, o Sérgio Amadeu, da organização da Campus Party roubou a cena e curtiu uma de jornalista.
Amadeu tomou o microfone de uma das TVs e perguntou se podia entrevistar o Magalhães. Perguntou ao palestrante se projetos educativos desenvolvidos no RJ com o software Muan seriam expandidos a todo Brasil. Outro assunto da "entrevista" foi o desenvolvimento da plataforma com programação colaborativa.
Não é que o rapaz leva jeito? Se algum dia o Amadeu resolver largar a Sociologia e a Campus Party pode se arranjar em algum jornal. Momento descontraído aqui na Bienal!
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Anima Mundi usa software livre
Anima Mundi usa software livre
Às 12 horas, Marcos Magalhães, diretor do Anima Mundi deu palestra no módulo principal aqui na Campus Party. Ele falou sobre o processo de produção de animações e o uso desse conteúdo na Educação.
"Hoje usamos o Muan, um software livre desenvolvido pela IBM e pelo Impa (Instituto de Matemática Pura e Aplicada)". O equipamento usado anteriormente era importado - e portanto, muito caro.
"Decidimos, então, usar o software livre. Outra dificuldade superada com isso foi a necessidade de adquirir mais equipamento quando fazíamos apresentações para públicos maiores".
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Confira o vídeo do Aibo
Confira o vídeo do Aibo
"Outra habilidade desse robô é jogar futebol", explica o professor. O que você acha da idéia de um melhor amigo "metálico"? Confira o vídeo do robô da FEI. Repare quando a moça faz carinho no cachorro:
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Robô Aibo é sensível ao estímulo humano
Robô Aibo é sensível ao estímulo humano
Uma das atrações de hoje na área de Robótica foi o robô Aibo, da FEI. Ele abana o rabo, late e corre atrás de bola.
"Ele também expressa emoções por meio de LEDs instalados na face e reconhece a voz do "dono" em português. O robô chegou ao Brasil em 2005 e desde então é usado nas aulas de inteligência artificial", explica Flávio Tonidandel, professor da FEI.
O aparelho é usado para estudar o desenvolvimento de robôs móveis e custou US$ 1.500 (R$ 3.750, pelo câmbio da época).
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Agenda da sexta-feira
Agenda da sexta-feira
Hoje a Campus party respirou ares de liberdade e de academicismo. Falei com Marcelo Branco sobre a "não-proibição" do BitTorrent e ele só fez ressoar o pensamento reinante: "Tudo o que não é proibido é permitido".
Ainda na noite de hoje aconteceram as palestras de Jon Maddog Hall e Steve Johnson. Palestras muito atraentes e muito difíceis também: ambos são pesquisadores de ponta em suas respectivas áreas: software livre e cultura tecnológica. Mas o termômetro para medir isso é a audiência dessas palestras, as maiores da Campus Party.
O Carlos Alberto, do RJ, pediu para tentar disponibilizar as palestra do Johnson. Vai ser difícil, mas não custa tentar contato com ele por e-mail
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Steve Johnson fecha programação do quarto dia na CP
Steve Johnson fecha programação do quarto dia na CP
Steve Johnson chegou acompanhado de Juliano Spyer e de Suzana Herculano-Hourzel aqui na Campus Party. A discussão dos três foi sobre conhecimento, redes e interface. Um esboço teórico do que é a essência da Campus Party: conhecimento sendo criado e disseminado livremente.
Para Johnson, cada vez mais o conhecimento fugirá das "fontes oficiais": ele simplesmente emerge. Uma explicação para os mash-ups, a mistura de diferentes tipos de dados é mais antiga do que se imagina: a pior epidemia de cólera no século XIX em Londres foi solucionada por dois homens.
Eles cruzaram dados sobre a morte das pessoas e descobriram que os mortos moravam perto das fontes de água na cidade. Conclusão: a coléra não é transmitida pelo ar, mas pela água, portanto.
Qualquer semelhança com GPS, e-mails com dados geográficos, bancos de dados e Web 2.0 não é mera coincidência. E por que isso é a coqueluche atualmente? "Por que mapas nos permitem visualizar dados facilmente", diz Johnson.
O resultado dessa pesquisa de Johnson é o livro "O mapa fantasma". Mas há outro aspecto importante na palestra de hoje e no livro: um uso eficiente dessas interfaces e o filtro da montanha de informação existente hoje, depende do entendimento da mente humana.
Isso tudo casa direitinho com o lema da Campus Party: não é uma rede de máquinas, é uma rede de pessoas.
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14/02/2008
Maddog atrai maior platéia da Campus Party
Maddog atrai maior platéia da Campus Party
Uma das expectativas da Campus Party se confirmou. A palestra de Jon "Maddog" Hall atraiu o maior público do evento até agora. Ele falou das vantagens de se usar software livre, os defeitos do código-proprietário e sobre como ganhar dinheiro com software livre.
Isso mesmo que você leu: tem muita gente fazendo a vida com código-aberto em vez de "empacotar programas" como disse o Maddog. Livre não quer dizer de graça. Já tinha entrevistado essa figura (foto) aqui em São Paulo em dezembro passado.
Óbvio que a gente precisa descontar o viés evangelizador da fala dele. Mas ele tem razão quando fala que software como serviço foi a origem e será o futuro da computação.
Impressiona mesmo ver como os seguidores do pingüim e da "igrejinha do Maddog" são de uma fidelidade de fazer inveja. Vamos comentar sobre oportunidades criadas pelo software livre. Tem muita coisa para falar, claro. Mas se eu contar tudo vocês não lerão minha matéria sobre o quarto dia na CP, né?
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Oficina de construção de foguetes
Oficina de construção de foguetes
Uma das atrações da tarde desta quinta-feira, 14, foi a oficina de construção de foguetes com alcance de cerca de 200 metros. Usando material reciclável como duto de papelão, canudo plástico, sacola de supermercado e isopor várias pessoas, das mais diversas formações, saíram com seu foguete em mãos. Elaine Balbino, que trabalha com inclusão digital, achou difícil realizar a tarefa. Ela explica que o duto de papel é o corpo do foguete e dentro dele um motor de propulsão de chumbo é responsável pelo lançamento.
Roberto Petresco, empresário, também participou da oficina. "Já havia tentado criar foguetes antes, pegando informações pela Internet, mas sempre dava errado. Agora eu aprendi o que faltava: o pára-quedas feito com sacola plástica e um pedaço de elástico", conta.
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Para ilustrar bem o seu blog
Para ilustrar bem o seu blog
"Não se preocupe com o equipamento. O mais importante é o olhar de quem está atrás da câmera". Com essa afirmação quase filosófica, Frederico Mendes sintetiza as dicas fornecidas ao blogueiros que desejam ilustrar melhor seu blog.
A palestra "Fotografia digital para blogs" fou uma das atrações da tarde de hoje na Campus Party. "É muito importante trocar dicas com outros fotografos, ter um portfólio e expor suas fotos na Internet para outras pessoas comentarem", diz ele.
"Observação é um ítem fuandamental: as melhores fotos surgem nos lugares e nas situações corriqueiras. Não tem magia, apenas prática intensiva. Para conferir algumas fotos de Mendes, acesse o portfólio.
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TV com transmissão feita por software livre
TV com transmissão feita por software livre
Uma das palestras bacanas da tarde foi proferida por Luís Felipe Murillo. O gaúcho falou sobre transmissão de TV pela Web usando softwares livres.
"A primeira transmissão via Web usando Linux aconteceu em em 2004, durante a cobertura do Fórum Internacional de Software Livre", em Porto Alegre, conta Murillo. Ele trabalha com transmissão via Internet desde 2007.
Imaginei muita dificuldade para implementar uma estrutura assim. Ledo engano: "Basta saber o básico de Linux e precisa ter um bom conhecimento de vídeo e codex. Resolução, protocolos e formatos, ou seja, entender como transmitir vídeo. Não há diferença ao fazer isso via Web".
Um dos programas usados para esse tipo de transmissão é o Blender. Durante a Campus Party, o Maurício Kanno, da USP, vai oferecer uma oficina sobre o software - fique ligado. Para saber mais sobre o tema, Murillo recomenda "acessar o site da TV SoftwareLivre".
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Dinossauro faz piada da richa jornalistas x blogueiros
Dinossauro faz piada da richa jornalistas x blogueiros
Nesse instante na sala de imprensa, um "dinossauro" (foto) causa transtorno entre os jornalistas que escrevem suas matérias nesse quarto dia da Campus Party.
Ele agarra todos os jornalistas e diz que os blogueiros têm medo de conviver no "aquário" - apelido dado à sala de imprensa usada pelo pessoal da imprensa. "Blogueiro é jornalista frustrado", diz ele, em tom de brincadeira. (Comentário básico: vocês acham que eu deveria me sentir ofendido?)
Ao mesmo tempo, "a mídia tradicional ainda não incorporou adequadamente os blogs", afirma o dinossauro. Pois é, momento Jornalismo trash aqui na Campus Party.
O sorriso dos fotografos na foto mostra o ar descontraído dessa tosca tentativa de unir jornalistas da velha guarda e os blogueiros.
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Campus Party estaria sobrecarregando rede Speedy em São Paulo?
Queixas de usuários paulistanos que não estão conseguindo se conectar à Web usando o serviço Speedy, da Telefônica, chegaram à Redação do UOL Tecnologia.
Chama a atenção o fato de que a totalidade dos "sem conexão" reside nas cercanias da Bienal do Parque do Ibirapuera, nos bairros de Vila Mariana, Paraíso e Itaim.
Essa proximidade, aliada ao fato de que os participantes do evento tecnológico Campus Party (patrocinado pela Telefônica e dotado de conexões Speedy) estão baixando 24 TB diários, levanta suspeitas de que a rede da empresa não estaria suportando a voracidade dos campuseiros. Ao menos é o que circula no mercado.
A hipótese, no entanto, é negada pela Telefônica. "A rede que o Campus Party utiliza, de 5 Gbps, é totalmente independente e foi montada exclusivamente para o evento. Ela não se encontra com a rede pública do Speedy e tampouco a canibaliza", informou a assesoria da imprensa da empresa. "O que pode estar acontecendo é um mero problema técnico que se soluciona por meio do contato do usuário com o serviço de atendimento ao cliente".
E você que usa Speedy? Está tendo algum problema para se conectar ao serviço esta semana? Comente!
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Bit Torrent liberado na Campus Party
Bit Torrent liberado na Campus Party
"Impedir o BitTorrent é censura prévia. Isso sim é crime". A frase contundente e o tom bravo denotam bem a opinião de Marcelo Branco, um dos coordenadores da Campus Party, sobre o download de músicas por conexão P2P.
"Só nos EUA, baixar música é crime", alfineta ele. "Na legislação européia e na brasileira não há impedimento", diz ele. Branco faz uma analogia para defender o uso desse tipo de programa: "Você acha justo fechar as estradas só porque alguns motoristas infiringem as leis?"
Branco prossegue argumentando: "Se alguém baixa pedofilia no PC, ele é o criminoso, não o provedor. Não faz sentido censurar o tráfego, pois a idéia da Campus Party é ser livre. Confiamos no bom senso de quem está aqui".
Assim, a Telefônica, provedora da estrutura de TI na Campus Party não bloqueou programa algum. O resultado é o download de música e jogos pelos campuseiros aqui no Ibirapuera.
Que ninguém nos ouça, mas até os coleguinhas jornalistas estão usando o BitTorrent. "Dá para baixar 12 GB em seis horas", diz um deles, que preferiu não se identificar, claro.
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Assista o vídeo sobre a Reactable
Assista o vídeo sobre a Reactable
Dois pesquisadores da Universidade Pompeu Fabra, de Barcelona, fizeram uma pequena demonstração da mesa usada para criar sons usando objetos e projetores.
A apresentação atraiu a atenção de bastante gente no módulo central da Campus Party aqui no Pavilhão da Bienal. Confira:
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Uma mesa para "ler sons"
Uma mesa para "ler sons"
Acabo de voltar da demonstração da Reactable, uma mesa para "ler sons". Isso mesmo, ela produz sons por meio da leitura dos padrões de cores dos objetos colocados nela.
Não é exatamente uma novidade - a Yamaha lançou um dispositivo touch chamado Tenori-on.
Mas foi a coisa mais legal dentre tudo que eu vi na Campus Party Brasil até agora.
A superfície da mesa é um plástico semi-transparente, nada de genial nisso. A sacada está no uso de câmeras e projetores para captar a mudança de cores dos objetos sobre a mesa e criar padrões.
Com a mudança das cores, o computador cria uma estrutura ramificada e usa os samplers dos objetos - sim, os cubos usados para "tocar" a mesa são samplers, reprodutores de notas e "timers".
Ou seja, precisa manjar de música para trabalhar notas, ritmos e tons com os cubos. É apenas uma forma diferente e mais intuitiva de fazer música.
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Quasi, o 'quase' robô
Quasi, o 'quase' robô
Falou-se muito do robô Quasi na Campus Party. Ele interage com humanos, conversa, olha e mexe a boca quando fala. Quando cheguei na feira, fui correndo ver a novidade, mas ele só estava em demonstração (sem "funcionar").
Qual não foi minha surpresa quando Roberto Moreno, do BOL, contou que o robô na verdade é um "ventríloquo" do século 21. No canto do estande, ficam seus controladores com headset e um Tablet PC que envia sons e imagens do robô.
A operadora comanda os gestos e movimentos da boca e olhos do Quasi pelo Tablet e responde às perguntas das pessoas em inglês.
Onde estão as ferramentas de interação do humano com a máquina? O robô, no final, serve apenas como uma interface para duas pessoas se comunicarem.
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Agenda da quinta-feira na Campus Party
Agenda da quinta-feira na Campus Party
Final do terceiro dia de Campus Party. Um dia marcado pelos preparativos da competição de robôs e pela performance de vários deles aqui no Pavilhão da Bienal.
Outro assunto forte foi a dobradinha blogs/ferramentas colaborativas e educação.
Como eu havia dito, sempre surgem "bons imprevistos". Um deles foi o robô feito pelos estudantes secundários de Guarulhos. Bacana saber que esses meninos vão enfrentar os robôs gringos nos EUA.
Mas o evento do dia foi a festa à fantasia dos campuseiros. Pude acompnhar a movimentação deles depois das 20 horas preparando as perucas e outros adereços.
Vamos à agenda da quinta-feira na Campus Party
Oficina sobre TV Web, software livre para edição em TV
Fotografia digital para blogs
Arte em pixels
Lançamento de foguetes amadores
Jogo da velha com softs para robôs
Palestras de Jon "Maddog" Hall e Steve Johnson
Dois parágrafos sobre o último ítem: o Maddog é um dos caras mais importantes, se não o mais importante do mundo do software livre. É o ídolo dos computeiros que odeiam a Microsoft e amam o Linux.
Já o Johnson é um dos mais importantes pensadores do ciber-espaço. Os livros dele - Emergência e Cultura da Interface - são referência sobre o tema da inteligência coletiva e cultura virtual. Amanhã a Campus Party vai ganhar um verniz acadêmico. Vale a pena assistir - ou ler sobre as duas palestras no Gigablog!
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Perucas e fantasias são os apetrechos da "balada nerd"
Perucas e fantasias são os apetrechos da "balada nerd"
Mais ou menos 23:30 e o som começou a rolar num módulo ao lado da sala de
imprensa. Foi a deixa para que os campuseiros chegassem ao local devidamente
fantasiados.
A idéia das fantasias foi pensada na tarde da quarta e
muitos dos adereços foram fornecidos pela organização do evento. No improviso,
teve gente usando até peças do casemod - os chifres - como
fantasia.
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Robô a la "Guerra nas Estrelas" anda pela Campus Party
Robô a la "Guerra nas Estrelas" anda pela Campus Party
Lembra de "Guerra nas Estrelas"? A trlilogia de George Lucas também está presente na Campus Party. Eram 18 horas e eu voltava para a sala de imprensa e me deparo com ele.
O robô é bem espero e move-se com muita velocidade. Outra coisa bastante chamativa são os olhos do robô, iluminados por LEDs azuis. Confira o vídeo:
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13/02/2008
Nerd também faz festa
Nerd também faz festa
No início da noite, desci ao primeiro piso da Bienal, onde ficam os estandes das empresas aqui na Campus Party. Encontrei as três pessoas da foto: duas moças preparadas para a festa à fantasia, com início previsto para a meia-noite e o Marcelo Tas, jornalista e blogueiro do UOL.
Uma coisa a me intrigar era: "quando seria a primeira festa desse Woodstock nerd?" Todo mundo aqui adora computador, robôs, jogos e tudo o mais, mas fazer festa não mata ninguém, né? Pois é, a primeira balada da Campus Party rola hoje. Eu já estou fantasiado: jornalista com caneta e bloquinho na mão!
Além do Marcelo Tas, outro blogueiro a pintar por aqui foi o Juca Kfouri. Estava no estande da CBN falando sobre a "dor e a delícia" de ter um blog. Comentários, elogios, ofensas e o fato de ficar "refém do Blog do Juca.
"Os leitores mandam e-mails e perguntam: não vai postar hoje?", diz o jornalista esportivo. Tanta fidelidade rendeu a ele 30 milhões de visitas em 29 meses de atividade no blog.
Outras presenças pelos corredores da Bienal foram as dos professores Gilson Schwartz e Luli Rahdfarer, da Universidade de São Paulo. Encontrei ambos por acaso: já estavam de saída.
No fundo eu fico muito feliz de ver gente de todas as mídias e da Academia se rendendo à Campus Party.
O Marcelo Tas resumiu muito bem tudo isso: "O mais legal aqui é a interação. É ver ao vivo gente que você só 'conhece' pelo computador. Troco informação com tantos internautas e blogueiros e nunca os tinha encontrado. A Campus Party serve para isso".
Falando em interação, eu tenho que ir para a segunda palestra da série "Como deixar seu PC mais rápido para jogar" e depois vou para a festa à fantasia. Até mais!
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Planetário oferece céu
Planetário oferece céu
Astronomia é uma área da Campus Party pouco comentada até agora aqui no GigaBlog, entre o sucesso de robôs e modding.
Amanhã eu prometo "voltar meus olhos para o céu" e contarei da oficina de foguetes. Mas hoje ainda dei uma passada no módulo de Astronomia da Campus Party Brasil aqui no Pavilhão da Bienal.
Quase simultaneamente às palestras sobre os robôs e a tecnologia na educação, acontecia uma palestra sobre o Planetário de São Paulo. A palestra falava sobre as dificuldades e potencialidades de um planetário numa cidade como São Paulo.
Fernando Nascimento falou do porque da existência de um local assim em São Paulo: "Precisamos diferenciar entre planetário e observatório", disse ele. O observatório busca imagens do céu à olho nu ou com telescópio".
E um planetário? "O planetário traz o céu para o visitante, é uma representação do céu local ou de outros lugares", complementou. É uma boa alternativa para uma cidade com o céu "tão sujo" como São Paulo.
Uma das maiores utilidades de um lugar desse é para ensinar ciências ao ensino fundamental. "Muitos professores levam seus alunos ao planetário e segundo eles, o resultado é bastante satisfatório".
Ao lado do módulo de astronomia, alguns telescópios e outros instrumentos estavam em exposição. Ao lado, um deles serve de ilustração para este post.
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Tecnologia muda forma de ensinar
Tecnologia muda forma de ensinar
Uma das palestras que eu assisti hoje falava sobre a dobradinha blogs e educação. Pegando carona nos posts de ontem, decidi ver quais outras possibilidades da ferramenta.
Uma metáfora usada pela palestrante chamou a atenção: "O ensino tradicional é como um ônibus e a Internet é como uma bicicleta". A explicação: "No ônibus você vai rápido, mas é conduzido. Na bicicleta, você vai mais devgar, mas decide onde quer ir". Ou seja, a questão crucial aqui é a mudança no modo de ensinar e aprender.
Bárbara é professora de inglês no Liceu Pasteur, em São Paulo, e contou um pouco da sua experiência com a tecnologia aliada ao ensino. Ela começa com um alerta: não adianta usar a tecnologia para ensinar como se a aula fosse off-line.
Quando isso acontece, "o resultado é a dependência. O aluno não desenvolve autonomia e fica à espera do professor." O aluno, "quando usa tecnologia, aprende a procurar informação e a captar as coisas fora da aula", complementou.
Isso leva a outro ponto vantajoso trazido pela tecnologia e pelos conteúdos colaborativos: a personalização. "O conteúdo é seu: você decide como ele será compartilhado e usado por outras pessoas. Seja protegendo, usando CreativeCommons ou copy-left", aponta Bárbara.
A experiência da professora com a tecnologia começou "quando ela coordenou alunos para desenvolver um site". Ela anima quem está começando a blogar ou usar ferramentas das novas mídias para ensinar: "Quando comecei a mexer no computador, os alunos me ensinavam a criar slides no Power Point", confessa.
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Robô ergue bolinhas
Robô ergue bolinhas
Confira a performance do robô construído pelos alunos do colégio Eniac, de Guarulhos. Operado pelo controle remoto de Vinícius Vinhaes, ele apanha e ergue bolinhas de tênis a uma altura de 30 cm.
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Carregando bolinhas, robô vai à competição nos EUA
Carregando bolinhas, robô vai à competição nos EUA
Voltando da oficina de robôs, me deparo com um garoto segurando um controle para operar um robô. Ele atende por Vinícius Vinhaes, tem 16 anos e é aluno do colegial técnico em Mecatrônica do colégio Eniac (em homenagem ao primeiro computador), de Guarulhos.
O grupo responsável pela produção do robô é composto por 10 alunos: "a atividade faz parte das aulas do colegial", explica Vinhaes. Em dezembro de 2007, o grupo disputou uma competição nacional e saiu vencedor.
Agora, eles partem para a competição mundial, organizada pela Vex - empresa que produz o kit de montagem e programação dos robôs. Vinhaes conta que a produção do robô levou apenas cinco semanas.
Segundo o estudante, a maior dificuldade "foi programar o robô, pois as regras da competição e a atividade a ser desempenhada pelo aparelho são divulgadas com pouca antecedência".
O objetivo é forçar os competidores a programar com qualidade e também com rapidez. "Apanhar bolas no chão e erguê-las a uma altura de 30 centimentros era o desafio proposto", conta ele.
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Robô humanóide caminha na oficina de robótica
Robô humanóide caminha na oficina de robótica
Esse é o robô humanóide citado no post anterior. Enquanto o Wellington Branco falava de cabos, fios, dados e energia, o robozinho dava seus passos pelo Pavilhão da Bienal.
O caminhar do robô é bastante ágil e mostra bastante flexibilidade. Ao caminhar, ele pende o corpo para os lados. Cheio de gingado, o rapaz. Confira o vídeo:
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Preparativos para as competições de robô já começaram
Preparativos para as competições de robô já começaram
No começo da tarde fui dar uma conferida na área de robótica. É, talvez, a área mais quente da Campus Party até agora. Sábado acontecerá a competição de robôs de sumô e eu tou ansioso por esse evento.
Mas enquanto isso, já acontecem preparativos: Wellington Branco deu uma oficina sobre a programação de robôs e explicou as dificuldades eletrônicas da questão.
São muito parecidas com as dificuldades encontradas na oficina de LCD: é preciso atenção ao cabeamento de dados e de energia dos robôs ou do contrário, o "brinquedinho" não anda.
Na platéia, estudantes de robótica das faculdades de Mecatrônica do estado de São Paulo, ouviam atentamente e trocavam impressões e experiências sobre o tema.
Simultaneamente, acontecia uma palestra da Cientistas Associados explicando o desenvolvimento de robôs aqui no Brasil. A empresa tem um protótipo - chamado Curumim - e até o começo de 2009 deve iniciar a produção industrial do robozinho.
Diferentemente do que eu imaginava, a parte mais difícil da construção do robô envolve a mecânica. A primeira coisa a se pensar é a autonomia, ou seja, qual a fonte de energia de um robô.
A analogia usada por Antônio Valério, foi a bateria de celular: "A bateria de qualquer celular não consegue mover o robô nem por cinco centímetros. Robôs de automação são plugados na tomada, mas e os robôs móveis?"
Rodas, fontes e chassi são os primeiros componentes a serem pensados na construção do robô, explica Valério. Depois vem a rádio-base, responsável pela comunicação do robô com a central ou com um computador. O acesso é feito via USB (coisa onipresente, né?).
Um kit para desenvolver um robô custa de R$ 2.000 a 3.000 e produzir aparelhinhos desses está ficando cada vez mais comum. Encontrei um desses robôs caminhando pelo pavilhão e te conto sobre isso já.
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O homem da caveira
O homem da caveira
O leitor pede, o Gigablog atende (ver comentários do post). Um dos casemods de sucesso aqui na Campus Party é inspirado numa caveira.
Maciel Barreto, 32, veio da Bahia para a Campus Party Brasil. Natural de Itagiupe, o autor desa obra de arte com PC é artista plástico (tá explicado) e começou a trabalhar com modding há um ano.
Tudo começou com o esboço em papel (foto). O segundo passo é modelar a máquina numa massa especialmente desenvolvida para isso e usada por artistas plásticos.
Feito o molde, Barreto partiu para a fabricação do case em si, confeccionado em fibra de vidro. O projeto ficou pronto apenas no dia 20/01, três semanas antes do início da CP.
O custo da produção do conjunto? "Eu já perdi as contas, mas estimo algo entre R$ 1.000 e R$ 2.000", conta Barreto. Isso mostra duas coisas: com um gasto mediano e sem muita experiência anterior, é possível criar um casemod bacana.
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Campuseiros blogando por um iMac
Campuseiros blogando por um iMac
Um concurso de blogs é outra das atividades da Campus Party. O blog vencedor do concurso irá ganhar um iMac, da Apple, com 20 polegadas, processador de 2 GHz e 1 GB de memória RAM.
A intenção é ter uma visão do evento criada pelos próprios campuseiros, de acordo com a Universia, promotora do concurso. Para participar, é preciso criar um blog até às 12 horas da sexta-feira (16).
O endereço para criar o blog ou votar nos candidatos é este. Boa sorte aos competidores.
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Agenda da quarta-feira
Agenda da quarta-feira
Amanhã a Campus Party entra no terceiro dia - metade do caminho.
As estrelas do dia serão os robôs: nada menos que oito atividades da agenda são sobre a área de robótica. Mini-robôs, humanóides e lutadores de sumô são algumas das máquinas a pintar aqui na quarta.
Confira os destaques do terceiro dia:
Minicurso de robótica livre
Competição de habilidade em robôs móveis
Oficina de música com software livre
Blogando para ensinar
Criando jogos educativos no KDE
Bastidores de um planetário
Fiquei devendo a oficina de Cinelerra e um post extra sobre Casemod. Pagarei com juros: tem uma surpresa relacionada ao "tunning" de PC. Por mais que a gente planeje a cobertura sempre tem surpresas pelo caminho.
Ontem foram os meninos do fliperama, o lutador e o Gilberto Gil. Hoje, tive um dia mais voltado ao conteúdo colaborativo - blogs e podcasts - e as conseqüências jurídicas desse tema. A palestra do Ronaldo Lemos surpreendeu: polêmica e ao mesmo tempo esclarecedora.
Outra marca do dia foi o "faça você mesmo": robôs, LCDs e programação para jogos. Oficinas e palestras assim tem tudo a ver com a Campus Party: o povo é muito disposto e adora fuçar, aprender e ensinar.
O dia terminou de modo hilário com os dois rapazes do "Abraço Grátis". Um deles, aliás, tinha acabado de falar comigo sobre a oficina de LCD! O que você achou da cobertura de hoje?
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Competição de robôs construídos na hora
Competição de robôs construídos na hora
Ontem foi o dia do casemod e hoje teve montagem de LCD (leia o post). Mas ainda havia uma outra atividade bacana na linha do "faça você mesmo": uma competição com robôs cuja montagem durou apenas três horas.
Os robôs tinham uma tarefa a cumprir: deveriam retirar cubos brancos e manter os verdes dentro da arena sem sair da área demarcada. O robô que melhor executasse essa prova, seria o vencedor.
Como eles fazem isso? Sensores de luz reconhecem a cor branca e executam a remoção do objeto. Não precisa ficar espantado: a mesa DIT (multi-touch) tamém reconhece objetos (leia o post). Logo logo, isso estará em nossas casas.
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Confira a montagem dos LCDs
Confira a montagem dos LCDs
Cheguei na oficina de montagem de LCD pouco depois do início da atividade. Mas fiz um pequeno vídeo com a montagem dos LCD pelos participantes do evento.
Me fez lembrar os tempos de colegial técnico: cansei de montar circuitos no protoboard e depois soldar as ligações com estanho. Passaram-se 12 anos desde então. Mas chega de nostalgia e vamos curtir o vídeo:
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Construindo um display LCD
Construindo um display LCD
A oficina Construindo um LCD teve boa audiência na segunda noite da Campus Party. O objetivo era montar e configurar um display para exibir informações sobre o seu computador. Detalhe:as informações que VOCÊ quiser.
Mas a parte mais difícil e charmosa do processo envolve o hardware. Os participantes receberam um display, barramentos, fios e solda. Os instrumentos necessários são alicate, ferro de solda, suporte e um sugador.
Fazer um dispositivo desses em casa não é difícil, mas requer cuidado e atenção. Os cabos de dados precisam ser soldados numa seqüência que obedece às cores dos fios (foto). Soldou errado, os dados não trafegam, me explica Ronaldo Milan, um dos coordenadores da oficina.
Milan faz parte do Casemodbr.com,grupo especializado em modding para PCs. No site, há um tutorial sobre LCD. O próximo passo, explica Milan, é fechar o plug da energia e aqui também é preciso ter atenção para não trocar as saídas de energia (5 volts) e o aterramento.
Agora a parte mais fácil: existem programas para configurar o display depois de instalado. Além desses programas de configuração, existem "plug-ins" para LCD: é possível escolher a informação a ser exibida.
Velocidade ou temperatura do processador, temperatura do HD e até a música executada pelo Winamp estão entre as opções. Curtiu?
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Personagens da Campus Party - 2
Personagens da Campus Party - 2
Quase uma da manhã e acontece uma surpresa engraçadíssima no fim do segundo dia de Campus Party. Dois caras segurando cartazes com os dizeres "Abraço grátis" perambulam pelas dependências da Bienal do Ibirapuera.
O rapaz à esquerda na foto atende por Caio Santos e tem 24 anos. O paulistano tem uma meta inusitada: quer abraçar 10% dos participantes da Campus Party, ou seja, ele quer ganhar 300 abraços.
Disse a ele que a meta é modesta: acredito que ele chegará aos 500 abraços. Ele diz estar contente com os 10% e por participar da feira. Quando eu peço uma foto, ele dá o preço: "Só se me der um abraço".
É uma troca justa, não acham? Termino a foto e a entrevista e ele emenda: "o seu abraço foi o de número 128".
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Deixando o PC mais rápido para jogar 1
Deixando o PC mais rápido para jogar 1
Uma das atrações da área de games, essa é na verdade uma seqüência de três palestras sobre o tema. É um assunto interessante para a maioria dos campuseiros e prova disso foi o público que assistia à exposição de Christiano Correa.
Alexandre Lourenção, outro especialista no assunto me explica que a primeira medida para rodar melhor seus jogos é entender o funcionamento do computador. Principalmente placa-mãe, processador e periféricos. Esse último item é de suma importância (assim como a placa-mãe): um bom PC para jogos conta com ótimos periféricos - mouse, teclado, etc.
Vai ser dificil montar um computador perfeito para jogar gastando pouco. Processador com núcleo duplo/quádruplo, muita memória RAM e uma boa placa-mãe estão no cardápio. Mas Lourenção dá um alento aos jogadores: é andar e gastar sola de sapato. Pesquise e pechinche o preço dos componentes.
Isso tem tudo a ver com a questão primordial sobre o tema: quanto você está disposto a gastar e qual a relação custo/benefício entre as peças. Muitas vezes, a grana economizada na placa-mãe ajuda na hora de comprar um processador mais "esperto".
Pensar bem cada compra é fundamental, pois o investimento a ser feito não é pequeno: o PC do coordenador da área de games da CP, montado por Lourenção custou mais de R$ 10 mil. Calma, você não leu errado.
E podia ter sido ainda mais caro, confidencia Lourenção: "Não conseguimos o processador desejado por ele e por isso custou SÓ R$ 10 mil. Se equipado com o processador inicialmente desejado, o valor da máquina saltaria para mais de R$ 15 mil.
Amanhã, a série de palestras sobre configuração de PC para jogos vai abordar o perfil de software instalados no seu computador e como habilitar/desabilitar os programas na hora de jogar.
PS - Ao mesmo tempo, no estande da Campus Games, havia por volta de 40 jogadores disputando um torneio de Unreal Tournament 3. (foto) Os caras gostam MESMO de jogar, tem que admitir!
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12/02/2008
Desenvolvimento de jogos: arte da paciência
Desenvolvimento de jogos: arte da paciência
Ter paciência é a principal qualidade de um programador de jogos. Essa foi a primeira coisa dita por Edgard Damiani, na entrevista após a palestra sobre desenvolvimento de jogos em XNA. Um desenvolvedor de jogos precisa manjar muito de programação. (Sinto muito).
Mas se você quer realmente encarar o desafio, a sugestão de Damiani é o aprofundamento nas linguagens C++ e C#, as mais usadas nesse tipo de criação de software.
A maior dificuldade na criação de jogos é juntar os elementos: áudio, vídeo, rede e periféricos e fazer tudo isso funcionar adequadamente. "É como montar um quebra-cabeça", resume ele. É importante conhecer bem as ferramentas: bibliotecas de programação para áudio, som e outros quesitos do jogo.
Uma das maores confusões sobre o tema é não diferenciar o designer do programador de jogos, explica ele. O designer é quem pensa cenários, movimentos, armas e truques. O programador é o cara treinado para implementar tudo isso. "São funções complementares, mas muito diferentes", afirma Damiani.
Minha impresão é de que a maioria das pessoas quer ser designer de jogos. Mas nem sempre compreende e supera as dificuldades trazidas pela programação - muito mais técnica.
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O Zen dos blogs - O que faz um blog dar certo?
O Zen dos blogs - O que faz um blog dar certo?
O que faz um blogueiro? Existem mesmo pessoas mais aptas a blogar do que outras?
Juliano Spyer começou sua (des)conferência perguntando sobre os hábitos blogueiros dos presentes à área do Campus Blog e proferiu uma palestra sobre a filosofia dos diários virtuais.
O autor do livro "Conectado - O que a Internet fez com você e o que você pode fazer com ela", explicou sua trajetória como blogueiro e criador de comunidades e falou de seus estudos acadêmicos sobre o tema.
Para ele, definições de estilo de escrita e mesmo dos temas do seu blog são parte de um processo de auto-conhecimento. Blogar sobre algo que você goste é o primeiro passo para ter "sucesso" com seu blog. "Não adianta blogar sobre tecnologia se você gosta de cinema. Não é uma questão de blogar sobre um tema da moda, mas escrever sobre um tema que você conheça e que traga prazer", afirmou.
Sucesso foi outro tema abordado por Spyer. Qual a definição de sucesso: ter muitas respostas? Ser conhecido? Fazer dinheiro com o blog? Não há uma resposta certa. Blogar por dinheiro não é a saída. E por que disso?
Blogs tocam num ponto básico da existência humana, a comunicação. Spyer é influenciado pelas idéias de Steven Pinker e Noam Chomsky. E de acordo com as teorias desses pesquisadores há um "instinto de linguagem" no ser humano. Somos, seres comunicantes, portanto.
Daqui 10 anos todos terão blogs, disse Spyer. Será uma relação parecida com a que temos com o e-mail hoje. Concordo que haverá disseminação dos blogs. Mas não sei se será na proporção prevista por Spyer. Assim como também não acredito que todos serão modelos de negócios viáveis. (É, tou começando a achar que tou ranzinza nessa segunda noite de Campus Party).
E você, como enxerga os blogs? Também tem seu diário virtual?
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Simplificando o podcast
Simplificando o podcast
No meio da tarde, uma das palestras mais assistidas foi a Podcast fácil, do Diego Franco. Ele forneceu o be-a-bá da coisa para quem deseja incrementar o blog com conteúdo em áudio.
Primeira dica: procure se diferenciar do conteúdo em áudio já existente. Leia-se: não copie as fórmulas do rádio. Podcast não é a mera transmissão, mas a criação e disseminação de "postagens" em formato de som.
O podcast é mais flexível, menos determinado pelo tempo e pela simultaneidade do que o rádio, explicou Franco. Esse conteúdo tem que ser algo mais personalizado, complementou.
Uma sugestão é a criação de um estilo próprio de locução, mais livre e principalmente, mais opinativo. É quase um blog sonoro, portanto. Essas características são mostra da democratização dos meios audiovisuais trazida pelos podcast, afirma ele.
O hardware necessário consiste na placa de som - quase todos os PC trazem essa placa "on-board" atualmente. Um microfone simples é o segundo item, diz Franco. Por fim, caixas de som: você precisará testar a produção antes de colocá-la no ar.
Para editar os arquivos ele sugere o programa Audacity. O programa é software livre e pode ser utilizado sem riscos. Franco classifica o soft como o "Word do áudio": copie, cole e apague trechos de arquivos como num editor de textos.
A publicação é feita em sites específicos. Mas não é nada de outro mundo: é quase como um blog de podcast. Para fazer isso, use os seguintes sites: Podomatic e MyPodcast.
Comentar e ser comentado, espaço para experimentação (como diz o slide da foto) e opinião são algumas das qualidades desse tipo de conteúdo. Mas noto uma quase ingenuidade nos amantes do podcast. Não vai ser tão fácil derrubar rádios tão poderosas. Gostaria que essa impressão fosse só rabugice minha...
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Demonstração da DIT no começo da tarde
Demonstração da DIT no começo da tarde
Ainda no começo da tarde, a imprensa pode fazer algumas fotos e vídeos da Direct Interactive Table. Alguns campuseiros aproveitaram para jogar e acabei filmando a diversão deles.
Por baixo do aplicativo do jogo, outros programas de imagem continuavam rodando. Confira:
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Dispositivo multi-touch usa infra-vermelho
Dispositivo multi-touch usa infra-vermelho
Uma das atrações da Campus Party hoje foi a Digital Interactive Table. mais conhecida como DIT.
O aparelho usa raios infravermelhos incidindo de baixo para cima para funcionar. A superfície da mesa é um "sensor" para reconhecer o toque, usando tecnologia anti-reflexiva. Tecnologia é o que não falta nesse aparelho: wireless, bluetooth e tela resistente à água.
Multi-tecnologia e multi-usuário: ela pode ser acessada por mais de uma pessoa ao mesmo tempo para criar, copiar e enviar conteúdo. Até para jogos, a mesa funciona.
Reconhecimento de figuras, uso de iluminação difusa e ambiente são outras funcionalidades da mesa. Isso faz essa mesa ser mais completa do que outros dispostivos "touch": o iPod, por exemplo, não reconhece figuras.
Foi feita uma retrospectiva das tecnologias e dispositivos do gênero: Microsoft Surface Computing, Batalha multi-touch da New York University e iPod.
Mas causou surpresa num bocado de gente quando os enegnheiros franceses disseram que o primeiro dispositivo multi-touch conhecido é a tecla ALT. Isso mesmo, a boa e velha tecla ALT do seu computador. Foi ela a prmeira a possibilitar multi-uso de um dispositivo, no caso o teclado.
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Voando nos simuladores da Campus Party
Voando nos simuladores da Campus Party
A aviação brasileira não é famosa só pelas batalhas na II Guerra. Os pilotos brasileiros de simuladores também são respeitados.
E investem pesado para isso. Um PC para jogar smuladores de aviação precisa de hardware pesado e custa por volta de R$ 3.000.
Um desses ases brasileiros estava na Campus Party: Artur Buono, 57, apaixonado por aviões desde criança. Hoje, aposentado, ele curte o hobby montando máquinas para jogar e abater os pilotos inimigos. Na CP, ele estava dando aulas de como pilotar os simuladores.
Os jogos são disputados por oito equipes com oito pilotos. Na primeira fase, os confrontos são feitos duas vezes no mesmo mapa. Assim cada equipe pode jogar com os dois lados em combate: alemães e ingleses na II Guerra, por exemplo. Isso é feito para deixar os jogos mais justos: cada avião e cada nacionalidade tem suas virtudes e defeitos, diz Buono.
Nas competições, há ranking com até mil aviadores. Briga concorrida, portanto. Mas entre os 10 primeiros, há sempre três ou quatro brasileiros, conta um orgulhoso Buono.
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Faroeste no mundo digital
Faroeste no mundo digital
Se você tem um blog, contrate um bom advogado. Ainda mais se você usar trechos de músicas por lá —você está infiringindo a lei de Direito Autoral. Da mesma forma como alguém que copia músicas para o iPod. Esses foram os principais avisos do advogado Ronaldo Lemos, professor da FGV e representante da licença alternativa Creative Commons durante palestra sobre Direito Digital.
Lemos começou a apresentação provocando a platéia: "Vou fazer algumas perguntas e vocês dizem se consideram ilegal ou não". Erramos todas! Mas não por culpa nossa: não há legislação brasileira sobre blogs e conteúdo colaborativo. Ou seja, a decisão sobre um eventual processo que você, blogueiro, venha a sofrer dependerá em grande parte do humor do juiz.
Muitas das coisas feitas ao "surfar na web" são ilegais. Com isso, as mídias colaborativas e a Web 2.0 estão ameaçadas por esse "vácuo legal" sobre Direito Digital. O Ministério da Cultura tem trabalhado pela livre circulação de conteúdos. A adoção da plataforma Creative Commons é uma das iniciativas.
Outro ponto contra toda a maré de mídia feita a muitas mãos é a tendência da legislação brasileira de pender para o "não" e vetar qualquer tipo de cópia ou compartilhamento de conteúdo. Música se enquadra perfeitamente nesse caso.
Por fim, a questão de responsabilidade civil dos blogueiros. O que acontece quando um blogueiro ofende alguém? Pior ainda é quando alguém ofende um terceiro nos comentários: o blogueiro tem responsabilidade?
Segundo o palestrante, uma boa saída é a adotada pela lei americana: o dono do canal não é responsável pelo conteúdo veiculado. Só ganha responsabilidade quando não toma providências depois de avisado sobre o conteúdo impróprio.
Para Lemos, a solução para o problema do Direito Autoral e da responsabilidade dos blogs exigirá mudanças profundas na lei. Isso demanda tempo e esbarra em questões jurídicas e políticas. Enquanto a lei não resolve, vale repetir: caso queira blogar a sério, tenha o telefone de um bom advogado em sua agenda.
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Campuseiros ficam sem comida durante a madrugada
Campuseiros ficam sem comida durante a madrugada
Um dos comentários aqui na Campus Party no início do segundo dia foi a dificuldade dos campuseiros e também da imprensa para obter comida durante a madrugada.
Os estandes de alimentação fecharam por volta das 23 horas e quem não comprou comida até esse horário se deu mal. Já quem tinha comida armazenada se virou com os seis fornos de microondas disponibilizados no segundo piso.
Preços salgados são outro aspecto a criticar no quesito alimentação: um pedaço de pizza e uma lata de refrigerante saem por "módicos" R$ 8,00.
Já esperando outra longa noite até mandar todas as fotos e textos para a redação, estou municiado com os apetrechos da foto ao lado. Está servido?
Postagem do dia 2 inaugurada e eu vou correr para a palestra sobre Direito Digital. Já volto!
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Agenda da terça-feira
Agenda da terça-feira
Na terça-feira (12), o Gigablog continua na cobertura da Campus Party aqui do Parque do Ibirapuera.
Alguns dos assuntos a pintar no blog amanhã são os seguintes:
Oficina de Cinalerra, programa de edição de vídeo baseado em software livre
Palestra sobre Direito digital
Oficina sobre casemod, com foco em cabeamento
Podcast fácil e outras ferramentas para blogs
Programação para desenvolvedores de jogos
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Além desses temas, sempre tem surpresas pelo caminho. Hoje foi o lutador virtual e o campeonato de Street Fighter, fora a visita do Gil. O que você mais curtiu nesse primeiro dia de Campus Party? Comente!
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11/02/2008
Conteúdo colaborativo e presença feminina são destaque na CP Brasil
Conteúdo colaborativo e presença feminina são destaque na CP Brasil
Por causa da competição de casemod e da aparição-surpresa de Gilberto Gil, nem deu tempo de postar sobre a coletiva de abertura da Campus Party.
Marcelo Branco, um dos organizadores do evento, afirmou que o "espírito espanhol da Campus Party estava presente, mas com tempero tropical": 22% dos campuseiros são mulheres - o dobro da porcentagem verificada nas edições espanholas.
Conteúdo colaborativo foi outra característica a diferir das edições espanholas: os governos estadual e federal estão presentes na CP com 150 projetos educativos e de inclusão digital.
Um desses projetos envolve a participação de mil professores estaduais em quatro cursos em áreas da CP Brasil: astronomia, robótica, blogs e software livre. Os conteúdos adquiridos por esses professores na CP será aplicado nas aulas do ensino básico.
Um dos pontos polêmicos da coletiva foi a proibição do jogo Counter Strike no Brasil e conseqüentemente, na Campus Party. "Enquanto organizadores do evento, respeitamos a lei. Mas enquanto cidadãos, repudiamos essa interpretação errônea das influências do jogo", afirmou Branco. Os jornalistas presentes aplaudiram.
"A proibição é errônea pois os índices de violência mais altos não são encontrados nas regiões onde se joga o Counter Strike. Eles são encontrados nas regiões de maior exclusão digital", endossou Sérgio Amadeu, também da comissão organizadora.
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Ministro Gil é a surpresa no fim da primeira noite na Campus Party
Ministro Gil é a surpresa no fim da primeira noite na Campus Party
Gilberto Gil, ministro da Cultura, é a surpresa no final do primeiro dia de Campus Party. Ele chegou há poucos minutos no prédio da Bienal e causou correria entre os jornalistas e os "campuseiros" presentes no Ibirapuera.
Os campuseiros desligaram os monitores do PC nesse instante: à meia-noite todos os monitores serão "acesos" simultaneamente, marcando o início "simbólico" da Campus Party Brasil.
Essa é uma prática comum nas "blogcamps" pela Europa e nas edições espanholas da CP. Tradição mantida, portanto!
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Casemod na Campus Party
Casemod na Campus Party
O vencedor da primeira competição na Campus Party saiu no final da tarde: Erich Wander Beall, 33 anos de Osasco. Ele venceu o concurso de casemodding promovido pelas empresas de hardware durante a Campus Party.
O modding de Beall foi inspirado na mitologia nórdica. Essa é a razão do nome da máquina ser Odin (principal deus da mitologia nórdica). Uma das características exploradas pelo vencedor foi o uso de desenhos geométricos (a foto ao lado é a ilustração artística da máquina).
Devido a alguns contratempos, Beall só chega à Campus Party amanhã, segundo Alexandre Nuccini, coordenador da área de modding. Muitos desses "tunnadores" de PCs (ou artistas) corre atrás de verba ou de patrocínio para realizar esse trabalho.
Durante toda a semana, o Gigablog vai trazer mais exemplos de casemod. Um aspecto sempre ressaltado pelos "modders" é que a intenção não é apenas deixar o PC mais bonito: ele precisa rodar mais rápido.
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Sobre a demora no credenciamento
Sobre a demora no credenciamento
Na coletiva de abertura da Campus Party, Marcelo Branco - um dos organizadores - chiou quando perguntado sobre as demoras nas filas. É certo que a preocupação com a segurança deve ser priorizada, mas isso não deve ser desculpa para tanta demora.
Fotos e nicks eram os principais causadores da lentidão para atender a fila que dava a volta no prédio da Bienal. Uma das coisas mais irônicas disso tudo foi ver as pessoas escrevendo seus nicks no papel (foto) num evento onde há notebooks e conexão sem fio sobrando.
A sorte dos organizadores é a paciência e a tranqüilidade dos "campuseiros". O povo tratou de sentar, conversar e abrir o notebook para gastar o tempo de espera.
Adendo: algumas pessoas não foram cadastradas com nicks ou não tiveram seus nicks encontrados. Isso obrigou algumas pessoas a encarar outra fila e fazer o credenciamento na hora.
Esta foto do rapaz com a jaqueta foi tirada para além das 19 horas.
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Campuseiros vão levar as barracas para casa
Campuseiros vão levar as barracas para casa
Estava devendo um post sobre as barracas. Uma das peculiaridades do evento é justamente o fato dos blogueiros acamaparem durante uma semana.
Durante a coletiva, os organizadores anunciaram que um dos pedidos dos campuseiros será atendido: eles poderão levar as barracas para casa ao fim do evento.
Depois da demora de quatro horas para fazer o credenciamento (assunto do próximo post), outra tarefa dos campuseiros era a de se acomodar numa das 3 mil barracas disponíveis.
Subi até o terceiro piso da Bienal e fiz algumas fotos das barracas e foi assim que conheci o Junior, de Brasilia. Mil quilômetros e um credencimento depois, lá estava ele, sorridente na "porta" da sua casa pelos próximos seis dias.
Apesar das barracas serem pequenas e de plástico - eles deverão sentir frio durante as noites - não ouvi um pingo de reclamação. Alguns jornalistas mais corajosos, como a Vanessa da RBS, vão acampar. É o que eu chamo de Jornalismo Gonzo. Boa sorte para todos os acampados!
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Robô fica preso na alfândega e não chega a tempo de "falar" com os jornalistas
Robô fica preso na alfândega e não chega a tempo de "falar" com os jornalistas
O Quasi, robô da Universidade Carneggie Mellon, deu bolo nos jornalistas. Mas não por vontade dele: o robô ficou preso na Receita Federal e não poderá dar um alô aos jornalistas presentes à coletiva de imprensa que abre oficialmente a Campus Party Brasil.
Não foi divulgado ainda o motivo que causou o atraso na chegada de uma das estrelas do evento. A coletiva começa às 18 horas e eu estou indo para lá nesse instante.
Daqui a pouco tem fotos do concurso de casemod (tunning para PC) e da interminável fila de "campuseiros". O cadastramento está devagar e tem um monte de gente ainda fora do pavilhão.
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Unindo luta com tecnologia
Unindo luta com tecnologia
Fiquei curioso depois de tantos socos e piruetas e quis saber quem era o aspirante a lutador. Ele atende por Evanílson Santos e tem 22 anos. Nascido no Piauí, ele trabalha como ferramenteiro em São Paulo.
Santos está de férias neste mês e viu num programa da manhã na TV sobre a Campus Party Brasil e resolveu conhecer o evento. Trouxe com ele o irmão mais novo - o caçula quer conhecer o planetário da Campus Party.
A habilidade para tantos saltos e socos não é à toa. Santos luta capoeira e kung fu. Perguntei a ele qual o lutador preferido e ele disse ser o personagem Ting, do filme Ong Bak. Santos disse que o interesse pela luta e por tecnologia foi o que o levou a procurar o Kick Ass no Pavilhão do Ibirapuera.
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Xadrez em tempo real
Xadrez em tempo real
Muitas das atividades da Campus Party não são diretamente ligadas à tecnologia.
Boa parte delas usa a tecnologia de modo indireto: um exemplo é a competição de xadrez eletrônico, que acontece na quarta-feira, às 15:00.
Os jogos serão exibidos em tempo real num telão eletrônico, assim todos os participantes da CP poderão acompanhar as partidas.
Um dos lugares onde é possível jogar é o estande da Prefeitura de São Paulo. O senhor da foto parece estar treinando um pouco antes da competição começar para valer.
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Personagens da Campus Party - 1
Personagens da Campus Party - 1
Bastou andar dois minutos pela fila de "campuseiros" aguardando para entrar no Pavilhão do Ibirapuera para descobrir algumas histórias inustadas. Uma delas envolve três rapazes de Campo Grande (MS) e João Pessoa (PB).
O aparelho da foto é exatamente o que você está pensando: um console de fliperama para PC. O mais jovem da turma, Jáder França, 16, conta que o fliperama foi comprado pela Internet e serve para jogar clássicos do arcade.
Falando em clássicos, haverá um campeonato de Street Fighter na Campus Party Brasil. Os jogos acontecerão na quinta-feira às 20:00 e na sexta-feira às 18:00. A organização é de um grupo chamado NV Mania.
O evento é um exemplo do espírito colaborativo, marca da Campus Party: são quase 100 eventos por dia e ainda assim, os "campuseiros" criam outras atividades.
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Bem vindo à Campus Party Brasil
Bem vindo à Campus Party Brasil
Olá. O Gigablog já está no Pavilhão da Bienal do Parque Ibirapuera, para a cobertura da Campus Party Brasil. Os milhares de "campuseiros" estão fazendo o credenciamento e começam a adentrar o Pavilhão.
Após uma pequena caminhada pelo Parque, cheguei ao prédio e o credenciamento foi rápido. Uma credencial provisória, pois as credenciais oficiais tiveram problemas de impressão. Na bancada destinada à imprensa, a Internet sem fio funcionou de primeira e eu já estou devidamente instalado.
Hora de circular, sentir o clima e rodar pelos estandes. A foto do credencimento do blogueiro ficou por conta da Daniele, da TV Cultura. Chama a atenção a quantidade de jornalistas gringos, principalmente espanhóis. E foi graças à generosidade de um deles, Anders, que eu pude baixar as fotos: esqueci o cabo da minha câmera!
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UOL no Campus Party Brasil
O UOL também vai marcar presença no maior evento da comunidade da Internet no mundo, o Campus Party. O principal portal de mídia online do país vai disponibilizar para os "campuseiros" uma área de descanso e encontros.
O visitante terá contato com todos os serviços do UOL, ganhará brindes e poderá participar do concurso que premiará a melhor idéia para jogo de celular.
O UOL Tecnologia estará na feira e publicará notícias do evento durante toda a semana. Pelo Gigablog teremos cobertura "em tempo real", com o blogueiro enviando diretamente da Bienal as novidades e entrevistas mais quentes do dia. Teremos também matérias com um compacto da feira, muitas fotos e vídeos de tudo o que rolar por lá. Confira.