Googlecalipse- Google indica que todos os sites são maliciosos durante busca
Um bug no Google, que durou cerca de meia hora, fez com que o popular buscador sinalizasse que todos os sites poderiam danificar o computador, neste sábado (31). Assim, não permitia que o usuário abrisse a página ao clicar sobre seu link nos resultados da busca. Ao invés de ir para o site, ele era levado a mais um alerta.
O problema atingiu pessoas de todo o mundo, que não param de publicar comentários no Twitter sob o assunto #googmayharm. O Google ainda não se manifestou a respeito, mas o bug parece ter sido resolvido às 13h30.
Segundo outros relatos, o Gmail também foi afetado, fazendo com que todos os e-mail fossem classificados com spam. O problema pode ter sido com o stopbadware.org, responsável pela análise de segurança do Google.
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30/01/2009
Faltando grana? Chame seus amigos na Internet
Está cansado de andar por toda cidade atrás de seus amigos para juntar dinheiro para o churrasco, balada ou viagem? A antiga prática das “vaquinhas” agora tem uma versão eletrônica, o Vakinha.com.br.
O sistema segue o mesmo princípio de sua versão “classica”: um líder – singeralmente chamado de “Vakeiro” - é o responsável por organizar a arrecadação, e o site tem ferramentas que permitem convidar seus amigos eletrônicos para dar um força.
Em parceria com o PagSeguro, do UOL, os pagamentos podem ser feitos com cartão de débito, crédito ou boleto bancário, e quem recebe o dinheiro pode sacá-lo diretamente para sua conta corrente.
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Intel mira no Android e lança nova versão de seu sistema operacional
Feito sob a tutela da toda poderosa Intel, o Moblin é um projeto de sistema operacional baseado em Linux destinado a equipamentos móveis, como “netbooks, dispositivos de acesso à Web e em sistemas automotivos” depois que sair da fase testes (isso, claro, se um dia sair da fase de testes). Sua nova versão, o Moblin 2, foi apresentada essa semana e tem como maior destaque ser otimizada para os processadores Atom, onipresentes no mercado de máquinas de baixo custo.
Como o discurso da Intel é bem parecido com o usado pelo Google para falar do Android - que também é baseado no Linux e deve sair dos telefones celulares e chegar a outros equipamentos, como GPS e sistemas de entretenimento num futuro não muito distante - e o Acer Aspire One consta na lista de hardware em que o programa foi testado, resolvi conhecê-lo mais de perto.
O boot com o Moblin 2 demorou 20 segundos. Apesar das janelas do sistema terem transparências à moda do Mac OSX e Windows Vista, o visual é simples e há poucos programas instalados, o que é perdoável quando se lembra que seu download é de apenas 240 MB. Não há sinal de OpenOffice ou comunicador instantâneo, e completando o espírito “aventureiro” de uma versão de testes, o sistema vem com o navegador Mozilla Minefield, uma versão alfa do futuro Firefox 4. E, para um usuário comum, as novidades acabam aí.
A placa de rede sem fio funcionava normalmente, mas não foi possível se conectar porque o sistema oferece um campo de apenas 16 caracteres para se digitar a senha de acesso. Também não foi possível instalar novos programas, incluindo algum que tirasse um screenshot (o que explica a foto no alto do post).
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Fabricantes de PC miram no mercado de celulares
Rumores apontam que as poderosas fabricantes de computadores Dell e Acer planejam entar no mercado de celulares ainda esse ano. O boato em relação à Dell, que entre 2002 e 2007 esteve no mercado de PDAs com a linha Axim (foto), já é antigo e foi reavivado hoje (31) pelo The Wall Street Journal.
Para não ser diferente das outras fabricantes, as duas devem lançar aparelhos para concorrer com o Apple iPhone e o HTC G1 (primeiro celular com sistema operacional do Google).
A Acer divulgou essa semana que apresentará um novo produto - provavelmente um smarthphone - durante a 3GSM World Congress, evento de telefonia móvel que começa em 16 de fevereiro, em Barcelona (Espanha). Já as informações a respeito do possível lançamento da Dell ainda são especulações e dão conta de um aparelho com tela sensível ao toque e teclado deslizante.
Em meio a crise global diversos fabricantes tem apostado nos smartphones como maneira de garantir maiores lucros. Apenas para esse ano, o segmento deve receber a concorrência do Palm Pre e Asus "Eee Phone".
Se você não sabe, eu te conto: descobri essa semana que a diferença entre um MP7 e um MP9 é o zoom e o flash da câmera digital embutida no celular.
O curioso é que o preço não muda muito: um MP7 pode ser encontrado por entre R$ 300 e R$ 350; já o preço de um MP9 pode chegar mais próximo dos R$ 400.
Outra coisa curiosa: o aparelho testado pelo UOL Tecnologia foi apresentado como um MP7, mas tem flash... Será um tipo de marketing numerológico? hehehe
Caso você, leitor, conheça um MP20, MP53 ou qualquer outro número bizarro, compartilhe conosco a explicação para tais números.
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28/01/2009
Lente fotográfica é um calendário que funciona por mais de 20 anos
O fotógrafo e designer indiano Sharad Haksar juntou suas duas especialidades e criou um calendário (quase perpétuo) em uma lente fotográfica. O funcionamento é simples, já que basta girar os aros que indicam ano, mês, dia da semana e dia do mês para – com o perdão do trocadilho – se estar sempre em dia.
Por conta de limitações de espaço no aro que indica os anos, o calendário-lente só é capaz de mostrar a data até 2032. Por enquanto este é apenas um produto-conceito, sem previsão de chegar ao mercado. [Sharad Haksar]
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Mozilla doa U$ 100 mil para formato aberto de áudio e vídeo
Mozilla doa U$ 100 mil para formato aberto de áudio e vídeo
Já ouviu falar de Ogg Vorbis e Ogg Theora? Apesar dos nomes de vilões de filmes B, estes são formatos de código aberto para transmissão de vídeo e áudio via Internet para o qual a Fundação Mozilla encaminhou uma doação de U$ 100 mil essa semana. O alvo? Combater formatos fechados na distribuição de mídia online.
Os vídeos do Youtube, por exemplo, são exibidos com tecnologia Flash, que pertence à Adobe. De olho nesse mercado, em abril de 2007, a Microsoft lançou o Silverlight, por hora usados apenas em poucos sites.
Em seu blog, o vice-presidente de engenharia da Mozilla, Mike Shaver, afirmou que o formato foi escolhido por “poder ser usado sem restrições, sem custos e com grande qualidade de som e imagem”.
No comunicado divulgado em seu site, Erik Möller, diretor da Fundação Wikimedia, afirmou que o dinheiro permitirá que o trabalho no desenvolvimento do formato continue por um “bom tempo”, e que os primeiros resultados devem aparecer “dentro de seis meses”. A versão final do Firefox 3.1, que ainda está em fase de testes, deverá ter total suporte à dupla Ogg Vorbis/Theora. [Mozilla]
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27/01/2009
Máquina vende iPod e Cyber-shot como refrigerante
Um amigo meu, Jorge Lee, estava na loja de departamento "Macy", em Boston, quando se deparou com a máquina acima.
Sim, iPods, PlayStation Portable (PSP), câmeras Cyber-Shot, da Sony, enfim, diversos gadgets são vendidos assim, em uma máquina parecida com a de refrigerante. Jorge, então, se lembrou do GigaBlog e mandou a foto para gente... diretamente de seu G1 (um "Google Phone") o_O
Eu já vi coisas parecidas em São Paulo para vender CDs, para vender bijuterias, mas nunca vi nenhuma dessas vendendo produtos mais valiosos (pelo menos para nós, brasileiros, um iPod é um bem valioso, não?). Você já viu algo parecido em terras brasileiras?
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Muxtape volta como “rede social musical”
Num passado muito, muito distante, existia um site chamado Muxtape, um serviço sem muitas firulas que permitia que seus usuários criassem playlists de até 12 músicas, e que fazia relativo sucesso entre os internautas. Até que um dia, os grandes cavaleiros dos direitos autoriais, conhecidos apenas como RIAA, atacaram o site com suas magias (também conhecida por “processos judiciais”) e fizeram com que ele ficasse fechado por mil anos – na realidade, foram mais ou menos cinco meses, mas ainda assim, muito tempo para os padrões da Web.
Agora o Muxtape está de volta, e tenta se reeguer sendo uma “plataforma para novas bandas se promoverem” livre de anúncios, e, além de permitir que músicas sejam ouvidas online quer se tornar uma rede social musical, oferecendo downloads, vendas de ingressos e outros recursos.
De acordo com o site, o “novo” Muxtape ainda está em fase de testes, mas novidades devem ser anunciadas “em algumas semanas”. Enquanto isso, outros serviços como o Blip.fm, continuam sólidos como plataforma para se ouvir música na rede. [Muxtape]
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26/01/2009
Site da Casa Branca licenciado com Creative Commons
Desde a última terça-feira, os internautas que acessarem o site da Casa Branca vão encontrar diversas novidades. A primeira e mais óbvia é que agora o presidente é Barack Obama, que assumiu o cargo no último dia 20. A outra, menos evidente, é que agora todo site, com exceção das áreas em que houverem ressalvas, está licenciado em Creative Commons 3.0, o que significa que todo seu conteúdo pode ser copiado, distribuído e livremente adaptado, livre de copyrights.
De acordo com o professor de direito da FGV, Ronaldo Lemos, a adoção das licenças Creative Commons aconteceram “minutos depois” da posse do presidente. [White House.gov]
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O bom, o ruim e o que pode melhorar na Campus Party
A Campus Party Brasil não foi um evento que causou boa impressão logo de cara. No que deveria ser seu primeiro dia, segunda-feira, os visitantes e a imprensa encontraram filas, desinformação e nenhum sinal de Internet para se conectar. Obviamente que deveria haver um período para que todos todos chegassem e se instalassem, mas dar de cara com técnicos ainda fazendo ajustes nos servidores e operários com escadas e latas de tinta definitivamente não estava nos planos de nenhum dos presentes.
Outros problemas foram surgindo conforme os dias foram passando. O portão de entrada mudou no meio da semana sem aviso prévio, conseguir alguma informação a respeito da agenda dos eventos e das atividades era um martírio (mesmo no site oficial) e já na quarta-feira os seguranças estavam cansados e mal humorados, o que, por exemplo, fazia a revista para se evitar roubos de hardware, por qual todos deveriam passar na saída da área em que ficaram os campuseiros, geralmente estar longe de ser um exemplo de gentileza.
Já o Centro Imigrantes, salão de exposição onde a Campus Party aconteceu, se mostrou inadequado para receber tanta tecnologia e informação. Apesar de ser espaçoso e bem ventilado, os fios de energia elétrica e de rede chegavam às mesas através de calhas que ficavam no chão, cobertas por carpetes e provocavam inevitáveis tropeços dos menos atentos. Além disso, os onze palcos em que as atividades eram realizadas ficavam no mesmo pavilhão, e em alguns momentos o barulho era tanto que ouvir uma palestra era impossível, mesmo sentado ao lado de uma caixa de som.
Ao menos, a cada dia esses pequenos inconvenientes se tornavam cada vez menos importantes, já que o grande brilho da Campus Party não dependia de sua organização. A disposição e a paixão de todos para se ajudar no desenvolvimento de um robô, discutir os imbróglios políticos das leis brasileiras ou ajudar com que uma pessoa tenha seu primeiro contato com a Web foi muito maior do que qualquer problema.
Todos os presentes tinham interesses comuns, e o clima do evento no geral foi de confraternização. Não é exagero comparar a chamada “grande festa da Internet” com uma “Woodstock Nerd”, no melhor sentido que a expressão “nerd” pode ter.
Marcelo Branco e Sério Amadeu, os “pais” da Campus Party Brasil, definitivamente são pessoas inteligentes e competentes, mas que as vezes de deixam levar pelas emoções. Por exemplo, depois do debate da “Lei Azevedo”, Branco chegou a se envolver numa rápida discussão com uma garota da platéia [veja aqui]. Enquanto ela saiu com os olhos cheios de lágrimas, as mãos e os lábios dele tremiam, num contido nervosismo.
Para que os problemas dessa edição sejam resolvidos no ano que vem, basta que eles se dispam de suas paixões, leiam as críticas que tem pipocado pela Internet desde o começo da última semana com seriedade, e se esforcem para resolver todos os problemas, sem refutar ou diminuir qualquer apontamento. Essa edição foi boa, mas poderia ser melhor, bem melhor.
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Assista ao debate sobre a "Lei Azeredo" na Campus Party: Sergio Amadeu
"Essa lei é um atraso tecnológico", diz o sociólogo e coordenador de conteúdo da Campus Party, Sérgio Amadeu, que arrancou aplausos da platéia com sua fala. Assista:
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Assista ao debate sobre a "Lei Azeredo" na Campus Party: Fernando Botelho
O desembargador Fernando Botelho, que ajudou na elaboração do texto da lei, fala da importância de se haver maior controle da Web e diz que não podemos "esperar que os juízes façam justiça sem lei". Confira no vídeo:
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Assista ao debate sobre a "Lei Azeredo" na Campus Party: Ronaldo Lemos
"Do ponto de vista de estratégia legislativa, esse projeto está errado", afirmou Ronaldo Lemos, professor da escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas. Confira o vídeo:
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Assista ao debate sobre a "Lei Azeredo" na Campus Party; José Portugal
Representando o senador Eduardo Azeredo (PSDB - MG), o assessor José Portugal falou a respeito da lei que define as regras para a Internet na Campus Party no último dia 23.
"Apenas serão punidos os crimes que a pessoa cometeu deliberadamente", afirmou. Confira: